Então Deus disse a Salomão: Porquanto houve isto no teu coração, e não pediste riquezas, bens, ou honra, nem a morte dos que te odeiam, nem tampouco pediste muitos dias de vida, mas pediste para ti sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu povo, sobre o qual te constituí rei, Sabedoria e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, bens e honra, quais não teve nenhum rei antes de ti, e nem depois de ti haverá.

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18 julho 2011

Philips tem prejuízo inesperado de US$1,8 bi no segundo tri


Balanço trimestral representa uma decepção para a empresa, que no mês passado alertou para menores lucros e desaceleração das vendas

Patrik Stollarz/Getty Images

Marca Philips

A Philips afirmou que reduzirá 500 milhões de euros em custos até 2014

Amsterdã - A Philips apresentou nesta segunda-feira um inesperado prejuízo de 1,3 bilhão de euros (1,8 bilhão de dólares) referente ao segundo trimestre, algumas semanas após fazer alertas de lucro para duas importantes divisões da companhia.

A empresa sofreu efeitos de um encargo de 1,4 bilhão de euros no segundo trimestre, decorrente de aquisições nas unidades de saúde e iluminação.

O prejuízo trimestral representa a mais recente decepção para a companhia, que no mês passado alertou para menores lucros e desaceleração das vendas nas divisões de iluminação e de eletrodomésticos, em meio à fraca demanda.

Nesta segunda-feira, a Philips afirmou que reduzirá 500 milhões de euros em custos até 2014 e anunciou um programa de recompra de ações de 2 bilhões de euros que será concluído no ano que vem.

As ações da empresa acumulam desvalorização de 30 por cento nos últimos 12 meses, ante alta de 16,5 por cento do índice do setor.

A Philips registrou prejuízo líquido de 1,3 bilhão de euros no segundo trimestre, enquanto a previsão de analistas era de lucro líquido de 72,8 milhões de euros, segundo pesquisa da Reuters.

Nesta segunda-feira, o presidente-executivo da companhia, Van Houten, revisou as metas de médio prazo estabelecidas quando assumiu o cargo, em abril. Em 2013, a Philips deve ter crescimento de vendas de 4 a 6 por cento, e margem Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) entre 10 e 12 por cento.


FONTE: REVISTA EXAME

09 julho 2011

Google quer mais integração com twitter e facebook



Google quer mais integração com Twitter e Facebook







Depois do lançamento do Google Plus, presidente do conselho afirma existir espaço para várias redes sociais




O Google está deixando a porta aberta para maiores cooperações com os gigantes das mídias sociais, como Facebook e Twitter, por acreditar que há espaço para várias redes sociais - em especial, neste momento em que lança a sua própria rede social, como reconheceu o presidente do conselho da companhia, Eric Schmidt. VEJA TAMBÉM Aos 70 anos, paulista segue passos de Zuckerberg e cria rede social Zuckerberg é o mais popular do Google+ Schmidt, que deixou o posto de presidente executivo ao cofundador Larry Page em abril e, agora, gerencia assuntos ligados ao governo, disse ser muito cedo para afirmar como está indo sua nova rede, o Google Plus.




Mas um indicador chave do sucesso é o número de pessoas pedindo para fazer parte do grupo limitado que tem acesso atualmente ao Plus, lançado em modo de testes na semana passada. Um dos recursos mais populares do Plus, especialmente entre jovens usuários, é o de videoconferências, explicou Schmidt. Competição. Referindo-se a dois serviços que podem ser vistos como rivais do Google Plus, Schmidt disse que "adoraria ter uma integração maior com o Twitter e o Facebook".




O acordo de buscas entre Google e o Twitter expirou recentemente e, apesar de uma "discussão substancial e longa", as companhias não chegaram a um novo acordo, disse. O presidente do Google também contou que a proposta de o buscador discutir a importação de contatos do Facebook para a sua rede social Plus não chegou a lugar nenhum.




Schmidt vê um futuro no qual existirão diversas formas de representação de identidade na internet e uma série de redes sociais, apesar de críticos afirmarem que o serviço do Facebook, após sete anos de existência e com 600 milhões de usuários ao redor do mundo, está muito consolidado para permitir uma competição séria.




O Google informou que, no mês passado, sofreu um ataque de piratas contra o correio eletrônico da empresa que teve origem na China. Os piratas tentaram roubar as senhas de clientes do Google, inclusive as de funcionários do governo dos Estados Unidos, de ativistas políticos e de jornalistas.




Comissão Federal do Comércio também iniciou uma revisão formal do negócio do Google por possíveis ações ilegais. Há expectativa que a Comissão aborde queixas dos rivais do Google, que atribuem ao serviço de busca da empresa um mecanismo que os prejudica. Mas o Google se opõe à intromissão do governo.




Ser um milionário

01/11/2010 - 01:43 - ATUALIZADO EM 08/07/2011 - 23:52 Está na hora de ficar milionário (trecho) Compartilhe 54 A economia brasileira passa por uma fase de ouro. Mas ela não vai durar para sempre. Saiba como aproveitá-la MARCOS CORONATO COM DANIELLA CORNACHIONE Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 9/julho/2011. Assinantes têm acesso à íntegra no Saiba mais no final da página. GASTAR OU POUPAR? A oportunidade de economizar dinheiro agora para descansar no futuro é única. Mas o brasileiro ainda pensa mais em consumir no presente Viajar no tempo é algo bastante comum, ao menos mentalmente. Toda vez que você se recusa a gastar R$ 100 de imediato e guarda o dinheiro para usar depois, participa de uma animada conversa mental com uma entidade que poderíamos chamar de seu “eu futuro”. Poupar significa abrir mão do próprio prazer e dar mais importância ao bem-estar dele, o “eu futuro”. Cada vez que você escolhe gastar logo os R$ 100, está ignorando os apelos dele e garantindo seu prazer imediato. Mas, se seu “eu futuro” não ganha o debate nunca (e você economiza pouco ou nada), é hora de vocês discutirem a relação – e tem de ser agora. O jogo de convencimento entre as duas versões de você mesmo é uma variação daquilo que os pesquisadores de psicologia econômica conhecem por um nome pomposo: troca intertemporal. É simplesmente abrir mão de um prazer presente para aumentar a chance de ter prazer no futuro. Não se trata de uma invenção tresloucada da mente humana – a natureza faz isso muito bem há eras, como podemos ver em animais estocando alimento e, de maneira bem menos graciosa, em cinturas armazenando gordura. O processo é elegantemente explicado no livro O valor do amanhã, do economista e filósofo Eduardo Giannetti. Como revela a clássica fábula da cigarra e da formiga, poupar de maneira metódica sempre foi uma opção inteligente, para qualquer criatura, em qualquer tempo. Nem sempre, nem em qualquer lugar, porém, é fácil fazer isso. Eis o que há de mais excitante no Brasil de 2011: aqui e agora, está fácil como nunca poupar e enriquecer. Por que, então, tão poucos de nós conseguem fazer isso? Você está entre esses poucos? Aproveita o momento para poupar e construir um futuro próspero? Ou gasta tudo o que ganha consumindo produtos que, cedo ou tarde, geram arrependimento? Não adianta tergiversar sobre o assunto. É a capacidade raríssima de extrair o máximo de oportunidades como a atual que define os futuros milionários. E a capacidade, também rara, de extrair ao menos boa parte dessa oportunidade define aqueles que, pelo menos, terão um futuro mais tranquilo.


07 julho 2011

Tarifas bancárias

Época Mobile: Ministério Público propõe que três bancos devolvam R$ 1 bi a clientes http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI247056-15223,00.html

06 julho 2011

Estadão.com.br - Em 1999, o Grupo Pão de Açúcar era um negócio medíocre, diz Casino

Com expressão quase serena, que raramente denuncia o tom indignado que pontua sua descrição da estratégia engendrada pelo empresário Abílio Diniz para unir Pão de Açúcar e Carrefour no Brasil, Jean-Charles Naouri, diretor-presidente do Grupo Casino, não hesita em classificar o movimento de seu sócio brasileiro como uma "expropriação" de sua empresa.
Palavras fortes como "traição", "manipulação", "medíocre" e "insultante" fluem naturalmente no discurso em que lembra que pagou caro pelo direito de assumir o controle do Pão de Açúcar, em 2012. Mas, ele não altera o tom de voz. Na empresa resultante da fusão com o Carrefour, que Naouri define como um "erro estratégico", o Casino teria seu poder de decisão igualado ao de Diniz. </P>
A entrevista ao Estado ocorreu um dia depois do encontro com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, no qual Naouri centrou sua argumentação no perigo de o governo brasileiro apoiar uma ação ilegal. Declara que seu sócio violou mais do que um acordo de acionistas e recorre ao Código Civil brasileiro para acusar Diniz de má-fé. Um sinal de que a disputa, que já está no segundo round de uma arbitragem internacional, pode terminar na Justiça. </P>
<STRONG>Por que o sr. veio ao Brasil? </STRONG></P>
Vim para encontrar o presidente do BNDES, ontem (segunda-feira). Dei a ele uma visão da situação e das minhas preocupações com um projeto que parece ter sido elaborado em contradição com os acordos (de acionistas) e que, em primeira análise, não está no interesse social (do banco). Encaramos isso como uma forma de expropriação do Casino, cujos direitos haviam sido estabelecidos em contratos em 2005. O senhor Luciano Coutinho manifestou a mesma posição do comunicado (que condiciona o apoio do banco a um consenso entre os sócios) que tinha feito há alguns dias. Saí muito satisfeito desse encontro. </P>
<STRONG>O sr. pediu ao BNDES que não participe da fusão? </STRONG></P>
Não formulei a questão dessa forma. </P>
<STRONG>O Casino ainda não se posicionou formalmente contra a fusão. Há chance de entendimento se a análise da proposta se mostrar positiva para sua empresa? </STRONG></P>
Eles ainda não formularam a proposta. O local adequado é o Conselho de Administração. </P>
Há possibilidade de acordo ou o sr. manterá na reunião posição contrária à fusão com Carrefour? A posição formal do Casino será comunicada. Preciso fazer algumas observações, já que eles negam o direito de controle do Casino sobre as atividades. É uma negociação muito complexa a ser feita e nos parece que está sendo assentada numa base estratégica errada.</P>
<STRONG>Assumir o controle é o seu principal objetivo?</STRONG></P>
Não é um objetivo, é o contrato. O objetivo é fazer o Pão de Açúcar crescer de maneira proveitosa e rentável, em favor dos acionistas, dos clientes e dos fornecedores, com grande respeito pelo Brasil. Nos comprometemos que a gestão continuará brasileira. </P>
<STRONG>A reação do Casino foi muito contundente, inclusive recorrendo a arbitragem, sob acusação de negociação secreta. Mas Abílio Diniz nega ter havido descumprimento legal do acordo. </STRONG></P>
A negociação secreta foi um ato ilegal. Naturalmente, não está em conformidade com as boas práticas e a ética nos negócios. Contradiz a seção 2.1.1 do acordo, que diz que os acionistas não podem tomar nenhuma ação que resultaria em mudança do controle. Também é contrária ao Código Civil brasileiro, que diz que se deve agir de boa fé, o que foi violado nessa negociação bilateral (Diniz-Carrefour). Por isso pedimos a arbitragem. </P>
<STRONG>Por que o sr. não recebeu Diniz em Paris na semana passada? Há a possibilidade de encontro no Brasil? </STRONG></P>
Diniz deu uma visão deformada sobre sua visita a Paris. Eu o vi dezenas de vezes, muitas a pedido dele mesmo. Na última vez que o vi, em 15 de abril, surpreso com sua presença em Paris, perguntei se ele estava negociando alguma coisa e, em caso positivo, com quem. E ele me respondeu formalmente que não tinha nada a dizer. Entre esse dia e o vazamento da negociação, em 22 de maio, houve numerosas discussões. Nas semanas que se seguiram até a segunda-feira antes do anúncio (da proposta de fusão), os assessores se falaram. Os meus pediram aos dele um encontro e os dele disseram que não tinham nada a dizer. Eu havia aceito, a pedido de Diniz, um encontro no dia 4 de julho. Havíamos acordado essa data em correspondência. Diniz alegou que não poderia ir a Paris antes porque estava muito estressado com as discussões, que precisava descansar. Eu soube que ele estava em Paris na segunda-feira (27/06) à noite para assistir à reunião do conselho do Carrefour aprovar essa negociação e entendi claramente que havia uma manipulação. Então disse que não era oportuno que nos encontrássemos na manhã seguinte, às 7h da manhã como ele queria, quando eu nem mesmo tinha conhecimento do projeto de negociação. Estou disposto a ver Diniz, mas na reunião formal do conselho. </P>
<STRONG>O sr. foi procurado para rever o acordo que prevê a transferência de controle para o Casino? </STRONG></P>
Há dois anos, Diniz disse que gostaria de renegociar o acordo. Eu respondi que, entre parceiros, tudo é possível de ser conversado. Ele indicou, sem ser muito preciso, que era uma questão de "face saving" (manutenção de imagem), que gostaria de manter o seu status, a posição elevada que havia conquistado no Brasil. Eu disse que, nesse campo, diria sim a tudo. Há um ano, Diniz me disse finalmente que gostaria que eu não tomasse o controle em 2012 e que ficássemos como está. Eu lhe disse que seria muito difícil aceitar, depois de ter investido US$ 2 bilhões, esperado 13 anos e pago duas vezes o prêmio de controle. Disse que não era possível, mas que estaria aberto para conversar sobre todo o resto. Houve em seguida muitas reuniões entre os assessores, mas ele insistia sempre repetitivamente: diga sim ou não. Senão, em tom de ameaça e sem ser mais preciso, disse que teria outras alternativas. Mantivemos nossa posição. O clima ficou difícil até essa reunião do dia 15 de abril, quando pedi ao senhor Diniz que dissesse com quem negociava. Ele se negou e disse que não tinha outra escolha a não ser brigar.</P>
<STRONG>Que contrapartidas Diniz ofereceu para que o Casino desistisse do controle? </STRONG></P>
Ele sempre evocou compensações e a ideia de comprar a nossa participação. Eu disse que essa proposta era insultante. Não somos um sócio financeiro. Somos uma empresa internacional de distribuição de alimentos, temos uma estratégia e queremos continuar com ela. </P>
<STRONG>O sr. se sente traído? </STRONG></P>
Quando eu soube da questão da traição, do que ele fazia e negociava, fiquei muito desapontado. Ao longo dos anos, eu tinha me esforçado sempre em ser um parceiro impecável, inclusive nas menores coisas. E esperava o mesmo comportamento da parte dele. </P>
<STRONG>O sr. se arrepende de ter feito negócio com Abilio Diniz? </STRONG></P>
Não. Considero que fiz muito bem em investir em 1999, quando o Brasil ainda não era o que é hoje em dia e o Grupo Pão de Açúcar era um negócio medíocre, que saía de uma quase falência. Quando Diniz procurou no mundo inteiro investidores, eu fui aquele que aceitou. Fiz essa aposta e estou muito contente com o desenvolvimento do Pão de Açúcar e do Brasil.</P>

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Estadão.com.br - Câmara aprova tributo menor para microempreendedor

A Câmara aprovou hoje a Medida Provisória que reduziu de 11% para 5% a contribuição previdenciária paga por quem adere ao programa Microempreendedor Individual (MEI). Os deputados incluíram no projeto benefícios também para donas de casas e pessoas com deficiência. A MP segue para votação no Senado.<BR>Com a redução da alíquota, a expectativa é que aumente a formalização. O MEI existe há cerca de dois anos e é a forma encontrada pelo governo de formalizar profissionais que atuam como autônomos e tenham renda bruta de até R$ 36 mil anuais. Quem adere ao programa recebe um número de CNPJ e passa a ter direitos como licença-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria.<BR>Os deputados incluíram no texto a possibilidade de que donas de casa possam ter direitos semelhantes aos dos microempreendedores individuais. Para isso, elas terão de contribuir com a Previdência Social com 5% de um salário mínimo. Poderão ser beneficiadas as donas de casa com renda familiar de até dois salários mínimos, o que equivale hoje a R$ 1.090,00.<BR>O relator, André Figueiredo (PDT-RJ), incluiu ainda no texto a permissão de que pessoas com deficiências como Síndrome de Down e autismo possam continuar a receber o benefício de prestação continuada mesmo se forem admitidos como aprendizes em alguma atividade profissional. Eles só perderão o benefício se forem contratados por algum empregador.

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Estadão.com.br - Crise arranha imagem do governo Dilma, diz analista

A sa&iacute;da do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, a segunda queda ministerial em pouco mais de seis meses de gest&atilde;o, arranha a imagem do governo da presidente Dilma Rousseff junto &agrave; opini&atilde;o p&uacute;blica, ao mesmo tempo que leva a presidente a ter um comando mais efetivo de sua administra&ccedil;&atilde;o. <BR><BR>A avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; do professor de Ci&ecirc;ncia Pol&iacute;tica da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV) Marco Antonio Carvalho Teixeira, segundo o qual Dilma est&aacute; aos poucos impondo seu estilo de gest&atilde;o no Planalto. "Isso &eacute; produto de uma crise e a crise n&atilde;o &eacute; boa para ningu&eacute;m, mas, ao mesmo tempo, &eacute; uma oportunidade de construir um governo mais afinado com sua linha de atua&ccedil;&atilde;o."<BR><BR>O professor da FGV lembrou que tanto o ex-ministro-chefe da Casa Civil Antonio Palocci como Nascimento vieram da gest&atilde;o do ex-presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva. "Os dois que sa&iacute;ram eram muito mais vinculados ao governo anterior do que uma escolha pessoal dela", afirmou. "Aos poucos, a presidente Dilma vai assumindo de certa forma uma fei&ccedil;&atilde;o de comando do seu governo."<BR><BR>Para Carvalho Teixeira, o governo Dilma pode iniciar um novo processo de negocia&ccedil;&atilde;o com a base aliada ap&oacute;s a queda de Nascimento. "Ela pode obrigar, a partir de agora, que os partidos indiquem nomes com um perfil mais pr&oacute;ximo da expectativa dela."

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