Então Deus disse a Salomão: Porquanto houve isto no teu coração, e não pediste riquezas, bens, ou honra, nem a morte dos que te odeiam, nem tampouco pediste muitos dias de vida, mas pediste para ti sabedoria e conhecimento, para poderes julgar a meu povo, sobre o qual te constituí rei, Sabedoria e conhecimento te são dados; e te darei riquezas, bens e honra, quais não teve nenhum rei antes de ti, e nem depois de ti haverá.

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10 maio 2014

7 pensamentos que diferem os ricos dos demais - InfoMoney

Por Luiza Belloni Veronesi

1. Ricos admitem que não sabem de tudo
Eles  são  bons  no  quesito  ganhar  dinheiro,  mas  nem  por  isso  eles  têm  o  poder  de  estarem sempre  certos.  Como  resultado,  os  ricos  estão  sempre  à  procura  de  novas  e  melhores maneiras de agir e de pensar e estão dispostos a considerar novas ideias. “Quanto eles estão errados, geralmente não rebatem ou levam pro pessoal”, acrescenta Frankle.

2. Fazem as perguntas certas
Não  precisa  ser  um  gênio  para  fazer  as  perguntas  certas,  basta  não  ser  preguiçoso.  “Isso porque  é  preciso  pensar  bem  para  obter  todas  as  respostas  de  perguntas  que  você  precisa fazer para entender uma determinada situação.” Os ricos também definem bem perguntas em relação à vida pessoal e profissional, como “o que realmente eu quero?’, “porque eu quero isso?” e “o que acontece se eu fizer isso”, entre outras.

3. Têm disposição para trabalhar
A maioria dos ricos está disposta a superar os obstáculos para alcançar seus objetivos.

4. Têm paciência e determinação
Metas dignas têm seu tempo para serem alcançadas. Os ricos entendem isso e permanecem no caminho, enquanto outras pessoas ficam frustradas quando não obtêm resultados a curto prazo  e  desistem  de  seguir  em  frente.  Em  resumo,  eles  sabem  persistir  para  realizar  seus sonhos.

5. Têm auto-crítica
Uma pessoa bem-sucedida se pergunta sobre suas ações e se cobra para sempre melhorá-las. Se  ela  acha  que  está  indo  para  o  caminho  errado,  ela  corrige  o  curso.  Já  pessoas  menos eficazes raramente se auto-avaliam. Como resultado, elas são mais improdutivas.

6. Não criticam os outros
Pessoas  pequenas  não  deixam  passar  a  chance  de  criticar.  Elas  simplesmente  adoram encontrar falhas e defeitos em outras pessoas. “Claro que existem pessoas com dinheiro que são  até  piores  do  que  isso.  Mas  muitos  ricos,  que  fizeram  suas  próprias  fortunas,  fazem exatamente o oposto."
Eles aproveitam as chances para elogiar os outros e trabalham duro para suavizar os defeitos alheios.  “Isso  fortalece  as  alianças  e  contatos,  constrói  equipes  e  motiva  todos  a  sua  volta. Todo mundo ganha.”

7. Dão prioridade ao próximo
Um estudo feito com centenas de americanos ricos revelou que quase sem exceção, todos se concentravam em ajudar os outros a conseguirem o que querem. “Foi esse foco fanático no cliente que fez desses homens e mulheres pessoas de sucesso.” “Se  você  está  buscando  uma  palavra  pra  resumir  como  os  ricos  pensam,  ela  é  humildade”, disse.  “Quem  é  verdadeiramente  rico  e  humilde  se  faz  perguntas,  admite  erros  e  os  tenta corrigi-los, é prestativo e sabe valorizar outras pessoas”, conclui o especialista.


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09 maio 2014

5 coisas que grandes líderes nunca fazem (e que você deveria parar também)



Executivo enumerou erros que muitos gestores cometem. Confira quais são eles
Por Luiza Belloni Veronesi |15h08 | 08-05-2014

SÃO PAULO - Os grandes líderes têm muito mais a ensinar do que suas práticas de liderança. Eles
mostram sua competência e são seguidos por seus funcionários não apenas pelo que fazem, mas também
pelo que deixam de fazer.

“Pode demorar, mas seguramente, se atolar em tarefas erradas pode derrubar até mesmo os executivos mais
fortes”, disse Jim Alampi, CEO da consultoria Alampi & Associates, que já trabalhou com grandes
executivos da Deloitte, Exxon Mobile e IBM.

Em seus 30 anos de trabalho com líderes de empresas de todos os tamanhos, Alampi descobriu que os bem-
sucedidos são aqueles que sabem maximizar a eficiência e diminuir as lacunas o mais cedo possível.
Ao site Business Insider, Jim também relatou que há cinco coisas que todos os líderes de sucesso nunca
fazem em suas empresas. Confira abaixo quais são elas:


1. Monopolizam o poder
Grandes CEOs não precisam se envolver em todas as decisões das divisões da empresa, porque confiam
nas decisões dos diretores de cada equipe e na força de trabalho. “Os executivos não constroem suas
empresas ao seu redor”, diz Alampi. “Eles sabem que é preciso ‘delegar ou morrer’.”

2. Tomam decisões perfeitas
“A chave para o sucesso está em tomar medidas e não adiá-las até encontrar a resposta perfeita ou
completa”, disse Jim. Um executivo com medo de risco ou crítica só vai manter a empresa inerte.

3. Têm respostas para todas as perguntas
Um líder sabe definir o futuro da empresa, contratar e reter os melhores profissionais, mas não são
responsáveis por decisões que não têm um efeito significativo sobre a empresa. “Como executivo, se você
permitir que seus funcionários façam-lhe perguntas que você não sabe a resposta, você vai acabar gastanto
boa parte do seu tempo fazendo o trabalho dos outros”, disse o executivo. 

4. Participam de todas as reuniões
“Você ficaria chocado com a quantidade de reuniões que alguns executivos participam”, considera Alampi.
Um líder eficaz geralmente prefere briefings de cinco minutos a reuniões de 60 minutos.

5. Limitam a comunicação
Evitar reuniões longas e perguntas pouco relevantes não significa que os CEOs eficientes não querem ter
contato com seus funcionários. Em vez disso, eles fazem grande esforço para ter uma boa relação com todos
os empregados.

08 maio 2014

Ateu de Segunda a Sexta Por Robert Tamasy



Ateu de Segunda a Sexta

Por

Robert Tamasy

 

Muitos têm a tendência de compartimentar sua vida, dividindo-a em diferentes compartimentos que raramente se cruzam: trabalho, vida familiar, lazer e áreas como serviço voluntário. São coisas tão diferentes que nunca se encontram, como verdadeira filosofia de manter distintas as diferentes facetas da vida.

 

Do mesmo modo que no corpo humano diferentes órgãos têm funções exclusivas e separadas, mas trabalham em harmonia para manutenção de uma vida saudável, trabalho e nosso papel como cônjuge, pai, avô, líder, etc., podem parecer diferentes, mas combinados, traduzem quem somos em sua integralidade.

 

Isto se aplica também ao campo da fé. Muitos isolam questões de crenças e culto a determinados dias ou períodos da semana. Fé e trabalho, acreditam, têm pouco ou nada a ver um com o outro. 

 

Desde o início, a premissa básica do Maná da Segunda é que fé em Deus e princípios da Bíblia são tão relevantes para as manhãs de segunda, quanto o são no domingo. No livro, Monday Morning Atheist (O Ateu da Manhã de Segunda), Doug Spada admite que viveu essa dicotomia durante anos: “Comecei a praticar esquizofrenia espiritual, separando minha fé do resto da minha vida. Eu desligava Deus”. 

 

Você é um “ateu das manhãs de segunda”? Eu fui. Durante anos frequentei os cultos de domingo, sentindo-me inspirado, mas quando chegava na segunda, assumia meu posto de editor de jornal e agia como se Deus não existisse. Foi então que tomei consciência de que, se minha fé em Deus era real, não deveria ficar restrita ao "ambiente religioso”, mas estar presente em minha vida 24 horas por dia, sete dias por semana. 

 

Conheci, então, uma passagem que fala diretamente sobre a ampla aplicação da Bíblia na vida cotidiana:“Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. E isso para que o servo de Deus esteja completamente preparado e pronto para fazer todo tipo de boas ações” (2Timóteo 3.16-17). 

 

Ao enfatizar “todo o tipo de boas ações” , compreendi que se aplicava ao meu trabalho como jornalista, bem como ao trabalho de um banqueiro, consultor  financeiro, médico, pesquisador, professor, gerente de varejo, caixa, executivo e perito em tecnologia. 

 

Uma das maneiras mais claras de comunicar nossa fé é através de nossas ações. Jesus disse: “A luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu” (Mateus 5.16).

 

Se falharmos em viver de acordo com a fé e os valores que expressamos, os que nos observam terão o justo direito de duvidar que realmente cremos no que dizemos. Ser seguidor de Cristo significa que não tentamos encaixá-lo num “compartimento” separado de nossa vida. Ou Ele é o Centro de tudo, ou na verdade, não faz parte de nada. 

 


06 maio 2014

CAFI Burkina Faso Conheça melhor este projeto de Deus com Missionários Roberto e Simone



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05 maio 2014

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Negócios à Deriva Sem o Leme da Ética



Negócios à Deriva Sem o Leme da Ética

Por

Rick Boxx

 

Um artigo no Wall Street Journal, trazia o título:“Receber 10 em ética tem algum valor?” A matéria discutia a tentativa das Escolas de Economia lutarem contra a crescente maré de fraudes no mundo profissional e empresarial, enfatizando diferentes abordagens de treinamento em ética. O foco principal do artigo era “como” ensinar ética, debatendo se um currículo específico sobre a matéria seria melhor que a integração do treinamento em todos os cursos. Em outras palavras, que metodologia pode ser mais eficiente?

 

Achei o artigo muito interessante, mas o que me deixou perplexo foi o que deixou de ser abordado: a falta de discussão sobre “que” ditames morais deveriam ser ensinados. Vale dizer, que fonte de práticas e padrões éticos seria usada como base para a instrução sobre ética? 

 

O falecido Charles Colson, que superou barreiras éticas na política para tornar-se seguidor de Jesus Cristo, tornando-se vigoroso defensor da aplicação de princípios bíblicos em todas as áreas da vida, citou o dilema de se tentar ensinar ética, ao recordar um benfeitor que doou U$ 2 milhões para que uma das principais Universidades americanas estabelecesse uma cadeira sobre ética. Como ela não acreditava em absolutos morais, declinou da generosa oferta, optando por não lecionar ética. 

 

Não surpreende que líderes profissionais e empresariais frequentemente agem como barcos sem leme, quando até mesmo instituições educacionais de ponta, se mostram incapazes de entrar em consenso quanto ao que é certo e o que é errado.

 

Minha experiência como empresário e como consultor na área empresarial tem demonstrado que essa necessidade não é um problema. Muitos com quem trabalho consideram a Bíblia um tesouro de sabedoria e direção para condução de negócios de maneira honesta e ética. Nós cremos que Deus estabeleceu absolutos para a vida e para o trabalho, e quando se dá ouvidos a eles, todos são beneficiados.

 

Assim tem sido ao longo de milhares de anos. Moisés, designado por Deus para liderar seu povo, introduziu o primeiro código de ética. Em Deuteronômio 5.1 lemos: “Moisés mandou que o povo se reunisse e falou assim: ‘Povo de Israel, preste atenção nas leis e nos mandamentos que estou dando a vocês hoje. Aprendam essas leis e façam tudo para cumpri-las’”. 

 

Essas leis não foram dadas para serem restritivas, mas para assegurar e encorajar práticas justas que levassem em consideração o próximo e atendessem os interesses da coletividade. Porém, nem mesmo o povo escolhido por Deus seguiu Seus padrões com constância, como lemos em Juízes 21.25: “...Cada um fazia o que lhe parecia certo”. Isso tem alguma semelhança com o mercado de trabalho atual? 

 

Não podemos esperar eliminar totalmente a ganância e a corrupção. Sempre existirão aqueles dispostos a promover os próprios interesses à custa dos outros. Isso, porém, não diminui a necessidade e a importância de prover saudável treinamento ético para os que militam no meio empresarial e profissional.

 

Sugiro que ele seja ancorado no ensino das leis de Deus, como apresentadas na Bíblia

 

Próxima semana tem mais!


Rick Boxx é presidente e fundador da "Integrity Resource Center", escritor internacionalmente reconhecido, conferencista, consultor empresarial, CPA, ex-executivo bancário e empresário. Adaptado, sob permissão, de "Momentos de Integridade com Rick Boxx", um comentário semanal acerca de integridade no mundo dos negócios, a partir da perspectiva cristã. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)


MANÁ DA SEGUNDA® é uma refelxão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2008 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL -  E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.




Questões Para Reflexão ou Discussão  

1.    Pela sua experiência, você acha ético o mercado de trabalho hoje? Teria alguns exemplos?

2.    Você acredita ser possível promover a ética nos negócios sem que haja concordância quanto à base para estabelecer padrões e princípios éticos?

3.    Que você pensa do uso da Bíblia como fundamento para a ética no mundo empresarial e profissional de hoje?

4.    Se depender de você, o que você faria para estabelecer um sadio comportamento ético no mercado de trabalho? Que base você como estrutura?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 10.9; 11.3; 16.11; 17.23; 20.17; 21.6; 29.4; Mateus 7.9-12;  Marcos 12.28-31; Lucas 6.31. 

  




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